Declaração dos Direitos Humanos
que os desumanos não cumprem
ANDRÉ WERNNER: Sem dúvida, todos os humanos nascem livres e gostaríamos que assim continuassem, mas lamentavelmente não é assim que na pratica acontece.
Os próprios humanos transpõem os limites do aceitável e torna, muitas vezes, a vida dos seus semelhantes em ato desumano, cruel e degradante.
Esquecem às leis, a razão e esmagam a consciência da verdade para usurpar direitos que não lhes pertence, e em que o espírito de fraternidade serve de tapete para seus desmandos e horrores perpetrados.
ANDRÉ WERNNER: Com todo o respeito a este documento – Declaração dos Direitos Humanos – que deveria ser sagrado, na pratica diária e
Quer seja pela falta de segurança que não mais permite que o cidadão tenha livre acesso onde quer que se lhe apraza ou mesmo na perseguição violenta de governos déspotas, ou ainda de autoridades policiais despreparadas, e/ou truculentas que não respeitam a própria farda, quem dirá o espírito humano do cidadão de bem, vilipendiado nos dias que correm.
Estamos, lamentavelmente, sujeitos a todos os desmandos, cujo artigo II nos diz o contrário. Somos presas de um sistema injusto, decadente e imoral.
ANDRÉ WERNNER: Os exemplos diários dão conta de que estas sugestões são todos os dias aviltados, cujas pessoas que vivem em países dirigidos pôr ditadores, declarados ou nem tanto, morrem ou sofrem o peso da violência e da crueldade, sem direito nem mesmo de defesa digna.
Às ações em defesa dessas pessoas são retardatárias, onde os debates são mais intensos do que a própria ação de defesa, expondo e às vezes até, não permitindo salvaguardar a vida dos infortunados. O verbo ganha em detrimento da ação.
ANDRÉ WERNNER: Todo ser humano tem direito à vida pôr ser uma dádiva divina, que não depende do homem – ou de autoridades – para vir ao mundo.
Caso assim o fosse, pôr certo, e pela experiência do cotidiano insano em que se vivem, muitos seriam os percalços para que a vida fosse, realmente preservada, se dependesse dos tiranos e oportunistas nos quatro cantos do Planeta.
A comercialização de seres humanos no mercado negro é uma realidade. Mas, no entanto, nossas autoridades reclamam que não conseguem pôr fim ao crime organizado e manipulado que sustenta muitas frentes.
Portanto, e na prática, é triste afirmar que o ser humano tem direito à vida, mas não tem como preservá-la, pois o Estado não oferece segurança mínima de proteção ao cidadão.
Sendo assim, à liberdade é relativa. Quando não se sofre nas mãos das ditaduras violentas, ou de autoridades democráticas, mas nem tanto, ou ainda nas mãos de policiais corruptos, sobra à sorte de não cruzar com bandidos que se proliferam em todos os cantos matando e destruindo vidas. Vidas que o Estado deveria proteger.
ANDRÉ WERNNER: Seria uma maravilhar ler essa Declaração para um filho, um neto e dizer: - veja meu querido a importância do respeito à vida e seus valores. Preservem estas verdades e tornem suas vidas mais felizes.
Mas como poderei ler para meus filhos tal artigo ou declaração se, na prática, tudo acontece diferente, destorcido? Como poderei justificar que, na prática, não é bem assim? É lamentável...
Mulheres de vida irregular vivem a escravidão nas mãos de desalmados que se lhes suga, quase, a própria alma! Como se não bastasse, como já citei, pessoas, ainda, em pleno século XXI se tornam presas do tráfico internacional de seres humanos (adultos) e/ou de crianças.
Da mesma forma e grave, além de revoltante, é a escravidão e a servidão com que os traficantes tratam o jovem mundo afora, presas fáceis das drogas, cujos narcotraficantes são bem conhecidos, mas muitos ainda, têm a complacência das leis.
Em sendo assim, no papel a normativa se torna bela, rica e maravilhosa, mas contrasta com a dor diária dessas pessoas que oprimidas e injustiçadas não têm a quem recorrer. Ou se tem, a solução é demorada e a vida quando não mais pode esperar, definha-se, e morre, imprimindo a perversidade do sistema dominante e degradante.
ANDRÉ WERNNER: A própria ONU – Organização das Nações Unidas – anualmente apresenta um relatório mostrando as barbaridades que ocorrem nos diversos quadrantes do mundo, em que a tortura, e o castigo cruel, desumano e degradante são práticas comuns, mas que, no entanto, fica no papel a observação.
Às instituições estão de mãos atadas e consciências presas e inertes em acabar com a violência e maus tratos. Cada governo tem uma linha individualizada e cria suas próprias leis, pisando nos tratados internacionais e outros valores. É a torre de babel institucionalizada!
Artigo VII.Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direitos a proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
ANDRÉ WERNNER: Todos são iguais perante a lei. Eis aí algo que precisaria ser concreto, verdadeiro, indiscutível. Mas não o é. Nos dias que correm o poder econômico têm sobrepujado a lei, a ordem e a consciência de parte de nossas autoridades. Os poderosos, os ricos – sem generalizar –, os criminosos de colarinho branco têm e sempre tiveram parte dos legisladores ao seu lado, quando não pela amizade, pelo poder do dinheiro e da corrupção que grassa como erva daninha corrompendo e derrubando a ética e os mais nobres valores humanos. Ainda falta muito para que este artigo se torne uma realidade e uma benção na vida do cidadão comum.
Artigo VIII.Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.
ANDRÉ WERNNER: Deveria ser assim. Afinal, se não existir leis e normas para regulamentar e preservar a vida e os direitos do cidadão, chegará o dia – e não estamos distante – em que os maus dominarão e colocarão em cárcere privado – como, aliás, já acontece em alguns estados brasileiros – o cidadão de bem é obrigado a viver fechado em sua própria casa, toda gradeada, enquanto os marginais vivem soltos, livres pelas ruas dos grandes centros curtindo a vida e destruindo outras.
O direito fundamental tem como base primeira à própria vida. Sem ela, os demais direitos não existem. No entanto, esse artigo é deploravelmente desobedecido e desqualificado pôr autoridades corruptíveis e marginais que mesmo de dentro de presídios dão ordens para roubar, destruir, incendiar e matar, enquanto nossas autoridades nada ou muito pouco fazem. Sem esbarram ou na lei ou na inércia em benefício do marginal. Portanto, os direitos fundamentais do cidadão ainda são um sonho que precisa ser perseguido. No momento, é uma ilusão.
Artigo IX. Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
ANDRÉ WERNNER: Novamente um velho sonho da humanidade. Não exista abuso de nossas autoridades constituído pelo poder concedido pelo próprio cidadão nas urnas quando a democracia impera, mas que nem sempre, depois de eleitos, tais senhores cumprem os dispositivos legais e o respeito aos que o elegeu.
Na atualidade muitas são às arbitrariedades cometidas com presos, sendo que inocentes não conseguem provar esse estado pôr falta de recursos, pôr falha do Estado em oferecer em maior quantidade e de acordo com a necessidade carcerária, defensores públicos para diminuir – já que acabar é impossível – com tais descasos dos vários segmentos até a libertação da pessoa presa ou usurpada, indevidamente, de seus direitos.
Artigo X.Todo ser humano tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir sobre seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.
ANDRÉ WERNNER: Perfeitamente. Pois que os senhores do Poder cumpram com suas responsabilidades constitucionais e de direitos humanos, pois, assim praticando não estão fazendo um favor à sociedade, mas cumprindo um dispositivo legal, justo e indispensável.
Que seja lembrado sempre, independente de déspotas ou não no comando das nações, que a razão do Estado é o seu povo. E o bem-estar desse mesmo povo deve ser a preocupação primeira e fundamental sempre. Pois, é através dos impostos recolhidos dessas pessoas que o Estado sobrevive e dá vazão projetos que precisam ser empreendidos.
Mas, se o Estado não respeita o cidadão, não utiliza os recursos financeiros amealhados condignamente, chegará o dia em que essa mesma população estará desprovida de suas necessidades básicas como saúde, alimentação, escola, moradia, transporte, segurança pública etc., todos de inteira responsabilidade do Estado em gerir – através dos recursos públicos – em prol da melhor qualidade de vida do cidadão, independente da nacionalidade. Porém, se o Estado não fizer a sua parte, como temos visto, o caos se estabelece e à revolta das classes tomam proporções calamitosas colocando em risco todo o sistema.
Prezados amigos participantes e leitores dessa Blogagem Coletiva sobre os Direitos Humanos, tenho a convicção de que existe sim solução para muitos dos problemas humanos em que se vive hoje.
Mas para que essa mesma solução possa chegar de fato e de direito aos cidadãos de bem, se faz necessário e urgente, que os segmentos políticos dominantes mudem a rota de seus interesses, deixando de lado o individualismo, a arrogância e a prepotência não apenas dos poderosos das nações ricas, mas também os aventureiros das nações mais pobres, num intercâmbio de interesses maiores, em que o ser humano seja a razão principal e seus direitos resguardados, independentes de título, cargos, condição financeira, religião, raça e qualquer outra forma de preconceito que, porventura, seja a ele ainda imposta.
É gritante a necessidade de mais respeito entre os povos, às leis e aos comportamentos empregados até essa data. Percebe-se, nitidamente, a degeneração dos valores básicos que delimita o aceitável do inaceitável. E estamos na fronteira perigosa, quase chegando ao estado lastimável do salve-se-quem-puder.
Esse é o aspecto cabal da falência das instituições e do desrespeito da ordem pública que põe em risco a autoridade do Estado, como nação; e, principalmente, dos Direitos Humanos, que devem ser preservados sempre.
Essa Blogagem Coletiva idealizada pelo SAM é de suma importância, principalmente pelos tempos difíceis e bicudos pelos quais estamos vivendo, vendo e sentindo os desatinos dos inconseqüentes.
Como ilustração, quero destacar a realidade de dois casos que clamam pôr justiça e direitos humanos – respeito à vida, a dignidade e ao espírito elevado no Sagrado.
Caso Ana Virgínia Sardinha
O primeiro deles é o caso Ana Virgínia Sardinha que está presa em Portugal acusada de ter matado o próprio filho, e cujo direito de defesa até bem pouco tempo foi prejudicado de todas às formas pôr aquelas autoridades, num total desrespeito aos direitos humanos.
Como se não bastasse sofreu maus tratos e o escárnio dos funcionários públicos das instituições pelas quais passou e que tinham a obrigação de zelar pela vida da acusada, até que provado ficasse a sua culpa ou inocência e, obviamente, a deportação para o país de origem.
Mas nada disso aconteceu. Portanto, a bem da verdade e aos olhos da lei, se omissa não for, as normativas da Declaração dos Direitos Humanos foi infringida e não apenas em um de seus itens. Isso é uma vergonha.
Caso Flávia de Souza
Aqui mesmo no Brasil outro caso grave aconteceu e o tempo foi empurrando, enquanto os senhores da Justiça, atolados em papéis e burocracia desmedida, muitas vezes, deixam passar o limite da própria coerência quando o assunto é vida humana, existência digna, e a Justiça que precisa prevalecer. 
Refiro-me ao caso da adolescente, na época, Flávia Souza – hoje próximo de comemorar seus vinte anos – e que se encontra em coma a quase dez anos por ter sofrido acidente gravíssimo em uma piscina, pôr pura irresponsabilidade de profissionais despreparados, indústrias gananciosas e estabelecimentos desqualificados que não prezam pela vida alheia, porém não abrem mão dos lucros, mesmo que colocando em risco a vida das pessoas.
Blogagem Coletiva sobre o caso da Falvinha vai acontecer no próximo dia 17 de dezembro para chamar a atenção de nossas autoridades. Esse é mais um caso de desrespeito aos direitos do cidadão.
Muitos outros casos e abusos mundo afora, mas encerro pôr aqui, com o dever da missão cumprida. Pelo menos, pôr hoje.
Sites dos dois casos:
André Wernner
Marcadores: Blogagem Direitos Humanos


20 Comments:
Problemas técnicos no computador me prejudicou no horário da postagem, que não consegui publicada pela manhã. Fazer o quê, né? Quem manda – eu, hehehe – ser um ignorante em informática...
Abs
Caro André,
Li, atentamente os seus comentários sobre cada um dos artigos da Declaração Mundial dos Direitos Humanos; concordo em todos os sentidos com suas palavras. Parece discurso político de véspera de eleição, depois que a eleição passa, tudo é esquecido.
Particularmente, e hoje já escrevi isso no VARAL de IDÉIAS, acho que há duas ilusões no Brasil: Direitos Humanos e Cidadania. Ouço essas duas idéias há anos, e o brasileiro nunca soube, nem de longe o que elas significam!
Não há espaço aqui para essa discussão, porém resumindo, é tudo papo de intelectual que vive muito, mas muito, muitíssimo longe da realidade.
Andre,
A leitura deste seu texto é enriquecedora.
Mesmo assistindo ou sofrendo na pele os direitos humanos serem desrespeitados, é preciso não se conformar com isto. É preciso mostrar indignação, mostrar nosso poder de luta, nossa determinação de não deixar por isso mesmo. As palavras, os meios de comunicação nos ajudam muito na perseguição dessa meta.
Muito obrigada por mencionar aqui a Blogagem Coletiva e o caso de minha filha Flavia. Muito obrigada pelo texto competente onde você resume esta tragédia que destruiu a vida de Flavia, mais um exemplo entre tantos, de Injustiça e Impunidade.
Um abraço.
"Não esperava outra coisa"é um chavão merecido...e é verdade...cheguei a pensar em postar quaaase asssim ,artigo por artigo com a respectiva reflexão,mas disse pra com os meus botões...ah isso eh coisa para o André!Kkkkkkkkkkkkkk!!!
E não só o fizeste muito bem como ainda deste o exemplo da Ana e o da Flávia!!AH amigo ,orgulha-te do teu dom para a escrita,pois só por isso eu hoje continuo em frente....vou ser menos preguiçosa com a vida e dar-me "o direito" de viver...melhor....estava meio parva,com umas ideias muito doentes e este teu texto ñ sei pq deu-me vida.
Bjjjjjjjjjjj:)
Em verdade, todas as respostas e ao mesmo tempo, todos os obstáculos para essa questão dos DH está dentro dos humanos, naquele embate eterno entre o bem e o mal ou o imediato e o demorado.
É muito mais fácil nesse mundo, ser mau, e é por isso que precisamos sempre discutir o bem e repassar eternamente os seus conceitos, apontando para os erros que nós humanos vivemos cometendo.
Muito completo teu texto...uma aula e acabou bem...divulgando a blogagem da Flávia...legal!!
beijos meus
Ainda bem que temos um documento como um objetivo a ser alcançado. Ainda que hoje em dia, sirva apenas para contrastar o "ideal" do "real".
Sou pessimista e acho que o ser humano veio com defeito de fábrica e não fizeram o recall.
Uma parcela da humanidade usa a inteligência para fazer o mal, e não se dá conta que com isso, está decretando também o seu próprio fim.
Pensando bem, seria tão simples viver em harmonia se tivéssemos a capacidade de nos colocar no lugar do outro.
Obrigada pela visita e pelas palavras gentis.
bj.
Completíssimo.
Tanto que quase não chego ao fim...
É isso que precisamos: refletir.
Às vezes não temos opinião formada sobre temas importantíssimos pelo simples fato de faltar reflexão.
Parabéns mais uma vez, meu amigo.
Um grande abraço!
Oi André cheguei tarde para blogagem correria de fim de ano mas li cada palavra e para mim essa frase é o mais forte e mostra o que acontece em nosso país: "Somos presas de um sistema injusto, decadente e imoral."
Parabéns pelas palavras.
beijos grandes
Andre tem carinho pra ti la no meu espaço beijos
Oi André !! vc é sempre um maestro com as palavras e sabe como informar e como nos fazer pensar.
Passa lá no Alice que tem um presentinho pra vc !!
beijos carinhosos
Olá, André!
Cheguei aqui pelo blog do Sam, o "orquestrador" da blogagem coletiva.
Caramba, esse seu desmembramento e comentário em cada capítulo da Declaração dos Direitos Humanos ficou interessante. Depois voltarei aqui com mais calma para "digerir" corretamente este post. Por ora, parabéns pela participação e pela lembrança dos casos da Ana Virgínia e da Flávia.
Abraços! Boa semana!
Juca
André, perfeito como sempre. Pena que todas essas leis nao saem do papel. Triste o caso da Ana Virginia e da menina Flavia. Essas coisas é de cortar o coracao.
Boa semana e parabéns pela blogagem.
Formidável sua diatribe bem distribuida ao longo da constatação dos descumprimentos, no dia a dia, dos vilipendiados direitos humanos,linda cartilha editada para boi dormir. Há que reconhecer que o capitalismo selvavem que tudo vê e tudo quer é mola propulsora da confusão; ela paga a engendradores mentais desonestos para serem políticos. Penso que por aí se deveria fazer a mudança; não reelegermos os bandidos já reconhecidos. Colocar outros sacripantas substituindo aqueles e manter os abnegados; não votar em nenhum parente fdp, por ser parente.
O liderado é outro merda que adora individualismo, a arrogância e a prepotência dos poderosos os quais bajula buscando uma casquinha. Parabéns, irmão.
PS. Como faço para ficar transparente com meu blogue aqui e em outros comentários de bloguespots, se não tenho um blogspot? O blogger só permite (tenho que usar o tal de apelido) mostrar os da tribo? Aí não vai uma ofensa ao direito deste humano em querer aparecer? Pode me ajudar nesta campanha... rs?
Um abraço.
Cumpra-se a lei. A lei existe para conter os excessos do poder e proteger o indivíduo. Se as leis forem cumpridas, sobrará espaço para que cada um exerça, dentro da paz e justiça social, um cada vez mais amplo livre arbítrio.
André, primeiramente, obrigada pela visita ao Viver Melhor. Seus comentários são a expressão de nossa indignação. No entanto, vejo que não existe sequer uma prática de divulgar esses direitos massivamente. Tudo começa dentro de casa, com o desrespeito, com o abandono dos filhos que podem fazer tudo, são empurrados para a rua onde encontram miséria e desordem. E tome droga, álcool, etc, Como fica a Vida? Para ter direitos precisamos primeiro da vida, e a maioria não está nem aí. Com ações permanentes procuro cumprir cada artigo, claro, impressos dentro de mim com o exemplo de meus pais, no RESPEITO, RESPEITO, RESPEITO.
Parabéns, vamos em frente, divulgando e discutindo as nossas necessidades. Um grande abraço.
Meu amigo ( permita-me embora ainda não nos conheçamos direito), li teu post desde ontem, mas os problemas com conexão e o corre-corre do trabalho privaram-no do meu comentário. A análise dos artigos beira a perfeição ( perfeito só seremos no caixão...rs) e o parabenizo por ela. Obrigada pela visita, viu? Tenha um bom dia!
gostei das análises item a item, eu nao particpei mas se fosse fazer algo seria nessa linha, mas com um toque retal todo esepcial rs
André, a sua tristeza expressa-se em cada uma de suas palavras.
De fato, a realidade humana está muito longe da idealidade da Declaração firmada pela vasta maioria dos países que a violam. Mas, apesar disso, há esperança: são pessoas como você, que se preocupam e bradam aos quatro ventos a sua preocupação que poderão fazer a diferença!
Obrigado pela presença e, por favor, nunca se esqueça de nos lembrar que os líderes são servos da população e não o contrário e que somente sob a cultura de encorajamento, crescimento, aprendizado e consulta coletiva que eles nos poderão servir.
Um abraço.
André,
Antes de mais nada, obrigada pela visita ao meu blog. Fiquei contente!
Achei super legal seus comentários sobre cada tópico da lei. É fato todas essas barbaries e acho, mesmo, que muito disso é pura falta de vergonha de governantes e funcionários afins. Me assusta enchergar de forma tão crua toda essa realidade. Até parece que não há espaço para esperanças... Mas, como uma sonhadora, prefiro acreditar que sim.
beijos
pat
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