Pérolas de El Supremo mandatário
da nação tupiniquim - I
Num trabalho de pinçar lé com cré das falas do ilustre candidato-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seus últimos discursos rumo ao dia 29, onde busca conquistar novos adeptos e consciências ainda em dúvida, dá o tom, nas entrelinhas, se justificando com o eleitorado e assumindo, aquilo que antes, negava. Vamos às pérolas: em Belo Horizonte, no último dia 20, do alto do palanque, afirma: “agora já aprendemos, estamos mais calejados... os companheiros petistas certamente não vão fazer mais burrices que fizeram neste primeiro mandato”.
Comento:
Então, finalmente, o candidato à reeleição Luiz Inácio, crava uma verdade indissolúvel na memória do povo brasileiro, que todos já sabiam, e, só ele, até então, não admitia. “Os companheiros petistas não vão fazer mais burrices”. E quem garante? E se cometerem? São mais quatro anos, é muito tempo para arriscar, já que nesse primeiro turno, como El Supremo diz, ficou calejado! Mas, vamos em frente.
Debates
O candidato-presidente Luiz Inácio sempre assessorado por um bando de aloprados, perde o foco da realidade – que, aliás, conhece muito bem - e se deixa levar pelo clima de ‘já ganhou’ no primeiro turno e entra pelo cano, como ele próprio afirma, ainda em Minas Gerais. Confira: “posso ter cometido erros, nem nos debates eu fui porque achei que já tinha ganho. Vocês também não entraram com toda força, pensando que estava ganho no primeiro turno”, reafirma Lula.
Comento:
Pois é. Para uma pessoa experiente politicamente, como Luiz Inácio, cometer esse tipo de pecado é – e quase foi – fatal! Se Alckmin tivesse mais uns dez ou quinze dias pela frente teria levado no primeiro turno. Lula subestimou o povo brasileiro, insuflado por seus ‘aspones’ e ‘cumpanhêiros’ puxa-sacos. Veja que Lula ainda diz que “pode ter errado”, não assume, francamente, que errou. Portanto, essa humildade apresentada nos reclames televisivos é um arremedo de humildade, de simpatia... O populismo tem essas nuances. É um jogo de palavras. Continuemos.
Justifica o segundo turno
Ao ser pego de surpresa para ir ao segundo turno e sem ter o que justificar ao seu eleitorado, Luiz Inácio descarrega sua metralhadora: “quando fui para o segundo turno, todo mundo acordou para o que podia acontecer neste país. Este segundo turno foi uma bênção divina”, destaca El Supremo.
Comento:
Ora, que papo fiado, despropositado. Isso só pode ser dito, realmente, em palanque, onde o povão está em estado de euforia e, muitas vezes, nem se liga no que o candidato está falando. Principalmente os petistas eufóricos, e menos conscientes. “Quando fui para o segundo turno, todo mundo acordou”. Ah é! Estavam em estado de êxtase? Mesmo com toda a corrupção denunciada e a população acompanhando palmo a palmo, esperavam que não tivesse uma resposta das urnas? Veio em forma de uma bofetada para acordar e alertar que aqui – em terras tupiniquim – não tem bobo.
Mas, aí vem a chave do descaramento: “este segundo turno foi uma bênção divina”. Mentira! Foi, sim, um castigo divino por usar do poder, da arrogância e tripudiar sobre tudo e sobre todos, como se tem visto, nos últimos anos, onde os adeptos do lulo-petismo não medem esforços para desconstruir o país, e a sua reserva moral que, por mais que tenha sofrido abalos, em tempos passados, não o foi de tamanha envergadura, como a que a sociedade assistiu recentemente. Mas, colocar a incompetência de seus assessores e dirigentes de campanha como uma bênção divina, aí já é demais. Só mesmo alienados aceitariam uma desculpa dessas, sem contestação! E assim caminha o lulismo até o próximo dia 29, domingo, ressabiado com o resultado das urnas. Afinal, gato escaldado tem medo da água fria!
P.S: não confio nessas pesquisas que andam por aí.
Comento:
Então, finalmente, o candidato à reeleição Luiz Inácio, crava uma verdade indissolúvel na memória do povo brasileiro, que todos já sabiam, e, só ele, até então, não admitia. “Os companheiros petistas não vão fazer mais burrices”. E quem garante? E se cometerem? São mais quatro anos, é muito tempo para arriscar, já que nesse primeiro turno, como El Supremo diz, ficou calejado! Mas, vamos em frente.
Debates
O candidato-presidente Luiz Inácio sempre assessorado por um bando de aloprados, perde o foco da realidade – que, aliás, conhece muito bem - e se deixa levar pelo clima de ‘já ganhou’ no primeiro turno e entra pelo cano, como ele próprio afirma, ainda em Minas Gerais. Confira: “posso ter cometido erros, nem nos debates eu fui porque achei que já tinha ganho. Vocês também não entraram com toda força, pensando que estava ganho no primeiro turno”, reafirma Lula.
Comento:
Pois é. Para uma pessoa experiente politicamente, como Luiz Inácio, cometer esse tipo de pecado é – e quase foi – fatal! Se Alckmin tivesse mais uns dez ou quinze dias pela frente teria levado no primeiro turno. Lula subestimou o povo brasileiro, insuflado por seus ‘aspones’ e ‘cumpanhêiros’ puxa-sacos. Veja que Lula ainda diz que “pode ter errado”, não assume, francamente, que errou. Portanto, essa humildade apresentada nos reclames televisivos é um arremedo de humildade, de simpatia... O populismo tem essas nuances. É um jogo de palavras. Continuemos.
Justifica o segundo turno
Ao ser pego de surpresa para ir ao segundo turno e sem ter o que justificar ao seu eleitorado, Luiz Inácio descarrega sua metralhadora: “quando fui para o segundo turno, todo mundo acordou para o que podia acontecer neste país. Este segundo turno foi uma bênção divina”, destaca El Supremo.
Comento:
Ora, que papo fiado, despropositado. Isso só pode ser dito, realmente, em palanque, onde o povão está em estado de euforia e, muitas vezes, nem se liga no que o candidato está falando. Principalmente os petistas eufóricos, e menos conscientes. “Quando fui para o segundo turno, todo mundo acordou”. Ah é! Estavam em estado de êxtase? Mesmo com toda a corrupção denunciada e a população acompanhando palmo a palmo, esperavam que não tivesse uma resposta das urnas? Veio em forma de uma bofetada para acordar e alertar que aqui – em terras tupiniquim – não tem bobo.
Mas, aí vem a chave do descaramento: “este segundo turno foi uma bênção divina”. Mentira! Foi, sim, um castigo divino por usar do poder, da arrogância e tripudiar sobre tudo e sobre todos, como se tem visto, nos últimos anos, onde os adeptos do lulo-petismo não medem esforços para desconstruir o país, e a sua reserva moral que, por mais que tenha sofrido abalos, em tempos passados, não o foi de tamanha envergadura, como a que a sociedade assistiu recentemente. Mas, colocar a incompetência de seus assessores e dirigentes de campanha como uma bênção divina, aí já é demais. Só mesmo alienados aceitariam uma desculpa dessas, sem contestação! E assim caminha o lulismo até o próximo dia 29, domingo, ressabiado com o resultado das urnas. Afinal, gato escaldado tem medo da água fria!
P.S: não confio nessas pesquisas que andam por aí.







