Nem mesmo por uma feijoada.
Isso têm sabor de enganação,
de usurpação do direito do povo
#Um festival de mediocridade. O que está acontecendo lá pelas bandas do Amapá? Jornais, revistas e até a internet não se cansam de alardear que aquela região está parecendo terra de ninguém. Ou, de poucos! Isso sem falar nas dezenas de e-mails que tenho recebido, denunciando o pouco caso daquelas autoridades eletivas, que eleitas foram, para ajudar na melhoria da qualidade de vida daquele povo, mas parece que as esqueceram.
#Lá, nos últimos tempos, tem acontecido de tudo. A começar pelo poder político centralizado na mão de poucos, o progresso caminha a passos lentos, e os abusos no exercício do poder são gritantes, numa nítida demonstração de desrespeito àquela população humilde, trabalhadora e esperançosa.
#Como se não bastasse, a arrogância e a prepotência dos poderosos de plantão, tem deixado a marca do desrespeito, onde nem mesmo a imprensa, tem escapado de garras autoritárias, num nítido desrespeito constitucional. Candidatos se arvoram em autoridades, em plena campanha, utilizam-se de liminares, ao invés de pedir “direito de resposta”, exigindo a retirada de artigos, reportagens e pesquisas das páginas dos jornais, sites etc, além da aplicação de multas vultuosas, numa nítida demonstração de pouco caso com os leitores dos veículos, e com a população em geral, que assistem a tudo, atônitos.
#Como se não bastasse tudo isso, raposas da política estão desrespeitando – nas barbas das autoridades – as normas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e promovem eventos políticos – também conhecidos como ‘almoçomícios’ - para as classes menos favorecidas, oferecendo, vergonhosamente, um “marmitex” em troca de ouvir os candidatos preferenciais a contarem vantagens sobres seus (des)governos, e depois pedirem votos.
#Ora, prezados leitores, se tais senhores, à revelia da lei, mercantilizam o voto do humilde cidadão em véspera de eleição, que exemplo estão dando à sociedade? Esse é o tema mais discutido na atualidade. Como banir essas práticas criminosas da cultura brasileira. Se ainda tratam o pobre desse jeito, a preço de marmitex, o que não farão nos gabinetes e nas rodas do poder, em quatro paredes?
#Eleição não é comércio. Não é troca. Não tem favores. Porque a dignidade do cidadão, do eleitor, do mais humilde catador de papel, não tem preço, pois já sofrem humilhação demais!
Homens que se dizem dignos, não podem jogar suas reputações na vala fétida, de ruas esburacadas, abandonadas pelo poder público.
#É hora do voto. E também, a hora de mudar! Só quem tem o poder para mudar esse quadro horrendo da vida nacional, somos todos nós, eleitores, que devem também, ajudar a esclarecer os mais humildes, a dar um melhor destino ao seu voto, não o transformando em moeda de troca, que tem por finalidade perpetuar o desmando, a corrupção e o abuso de poder.A estes, nos quatro cantos do país, o nosso repúdio e a certeza da abominação nas urnas.