04 Dezembro 2011

Porque hoje é domingo: eu quero falar de rosas...



Eu poderia falar de amor. Mas, o que é o amor sem a rosa?
Uns diriam que o amor é tudo. Para outros, nada!

Por quê tanta discordância para um ato tão sublime: amar?
É, sem dúvida, existem muitas formas de amor.

Mas, muitos falam esta palavra mágica não apenas porque é bela, mas também porque lhes coloca numa posição elevada e sensível aos olhos dos demais...

Mas, o amor não é apenas uma palavra, ou quatro letras entrelaçadas de significado profundo. A bem da verdade, o amor é sentimento, é ver e sentir com os olhos d’alma!

Se assim não for, o resultado é muito do que se vê nos dias que correm, numa perversa onda de usurpação de direitos individuais, em que em nome do amor se cometem atrocidades, criam-se misérias e muitas das vezes, pessoas se tornam farrapos humanos nas mãos de desalmados.

Desalmados que usam a chave do amor para abrir corações e depois fecha-los, encarcera-los como se acorrentados estivessem, disseminando dor e tristeza. Quem sabe por uma vida toda.

Essa perversidade muitas vezes criada por engodo, por interesses inconfessáveis faz, quem assim age, uma alma pequena, pobre, mesquinha, desprezível.

Isto porque, o amor é o sol da vida! Sem o amor – e sem o sol – os dias ficam cinzentos, tristes, preguiçosos. Desanimador!

Mas, quando permitimos que o sol do amor verdadeiro adentre nossas vidas, nos tornamos alegres, felizes e compartilhamos essa alegria com todos à nossa volta e, dessa forma, fazemos deste, um mundo melhor em que o microcosmo – nós; unidos verdadeiramente ao macrocosmo – o universo – sentimos, aí sim, a vibração do todo que em tudo existe e precisar se expressar.

Só quem ama a vida e respeita o amor verdadeiro, tem olhos cobiçosos, aí sim, para deter na retina, ou num ramalhete de flores às mais belas rosas do jardim da vida.

Em nome do amor que não pode faltar receba, neste domingo, esta rosa virtual, porém bela, colhida no jardim d’alma. A entrego neste ato, aos quatro cantos do mundo em um só sentimento: amor com amor se paga!

André Wernner

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Velho discurso e a corrupção de sempre


Para políticos genéricos, desses que abundam pelos quatro cantos da República, e sem qualificação que os leve ao topo, pois, é mais conveniente trabalhar na periferia, na adjacência do poder e a serviço do poderoso de plantão – razão de tanta corrupção -, do que assumir responsabilidades maiores, aí está um DISCURSO padrão que serve para qualquer ocasião para falar do óbvio, inflamar a massa, encher o peito e, na prática, deixar tudo do mesmo jeito.
É um texto que corre pela internet e que, por certo, estará na maioria dos palanques na eleição de outubro próximo. Todo cuidado é pouco. É por essas e por outras que o Brasil está carente de estadista.
O que, aliás, já não se pode dizer do segmento de vigaristas que pipoca, cada dia em maior quantidade, e sempre escudado por nomes de proa da mesma República e muitos deles agasalhados no Congresso Nacional com acordo de prestação de serviços em forma de base ‘aliada’, e que acabam se transformando em base ‘alugada’, mesmo sendo o acordo verbal, cuja verba, em real é fenomenal!
Feito o acordo, desfaze-lo, está cada vez mais difícil. Ou como disse aquele ministro recentemente – e que eu me recuso a citar seu nome – só se for à bala! Vamos ao discurso.


O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

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02 Maio 2010

Dia do Trabalho: olhos cobiçosos em ano eleitoral


Em se tratando de ano eleitoral, é claro que Lula não poderia deixar de marcar presença. Poderia perguntar o incauto leitor: - mas a presença de Lula é indispensável num evento trabalhista, como ex-militante sindicalista e numa data tão significativa.

Sem dúvida, seria. Mas não o é. Se fosse, por exemplo, o presidente Lula teria ido a todas às festas promovidas pelas centrais sindicais desde que assumiu a presidência em 2003.

E não foi isso que aconteceu. Esta foi a primeira vez que ele compareceu ao tradicional evento, desde 2003, quando assumiu o governo.

O que vale dizer que em anos anteriores e fora do período eleitoral, não era tão necessário marcar presença. Os companheiros fariam, naturalmente, o marketing corriqueiro de seu governo.

Mas, esse ano é atípico. Em outubro próximo teremos eleições presidenciais e Lula desfila com sua candidata Dilma Rousseff Brasil afora, cantando loas e coloca a lei eleitoral na sola do sapato.

E assim, desfilou com sua candidata pelos vários palanques das centrais, falou o que quis e o que não deveria – em respeito às leis eleitorais.

Todo esse périplo marqueteiro, em nome e homenagem ao Dia do Trabalho, sugou verbas públicas da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES, Petrobras, Infraero e Eletrobrás que pagaram a fatia maior do bolo.

Esse dinheiro, sem dúvida, poderia ter um melhor destino. Onde aplica-lo, todos sabem. Mas, a ordem é ficar na moita. Aliás, tem moita que gera mais votos do que aplicar os recursos públicos onde, realmente, precisa.

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Dois milhões: o custo da brincadeira

Segundo a imprensa noticiou amplamente, as tais centrais sindicais gastaram nada menos de dois milhões de reais para reunir esse batalhão de gente para marcar a data.

Mas, e de onde saiu essa dinheirama toda para pagar a conta, o palanque e o comício, já que os políticos amigos por lá passaram e mostraram a cara, direcionaram o verbo e miraram nas eleições de outubro próximo, nas barbas das autoridades dos tribunais eleitorais?

Saiu do meu, do seu, do nosso bolso. Afinal, grande parte dessa quantia foi repassada as centrais sindicais pelas empresas estatais vinculadas ao governo.

E os grandes bancos (hoje amigos!) complementaram a farra trabalhista com a diferença necessária para evitar a chiadeira. E assim, felizes fizeram a festa e deitaram e rolaram nos interesses subliminares da politicagem rasteira de indução ao voto, à revelia da lei eleitoral.

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Acinte ao cidadão inteligente

 Obra de Tarcila do Amaral
O que se viu nesse dia 1o. de Maio, proporcionado pelas centrais sindicais, foi um acinte ao bom-senso e um desrespeito ao cidadão inteligente, que não se deixa pautar pelos oportunistas políticos que não medem esforços – nem o ridículo – para impor suas vontades.

Pisam nas leis e tripudiam demais critérios que fazem da democracia um conjunto de valores que a todos beneficia em que a igualdade, responsabilidade e a respeitabilidade devem estar acima das ambições pessoais desmedidas e da fogueira das vaidades. 

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Pergunta que não quer calar

Até onde estas tais festas do Dia do Trabalho, promovidas pelas centrais sindicais e regadas com milhões dos cofres públicos é realmente uma promoção com o objetivo de congraçamento entre a classe trabalhadora, sem interesses politiqueiros?
É preciso ficar de olho vivo. Bem vivo!

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Humor Nosso De Cada Dia